DURAÇÃO DOS EFEITOS DE UMA MANIPULAÇÃO VERTEBRAL SOBRE A INTENSIDADE DA DOR E ATIVIDADE ELETROMIOGRÁFICA DOS PARAVERTEBRAIS DE INDIVÍDUOS COM LOMBALGIA CRÔNICA MECÂNICA

0
558

Duración de los efectos de manipulación vertebral sobre la intensidad de dolor y actividad electromiográfica de la columna en sujetos con dolor lumbar crónico mecánico

RESUMO

O objetivo desta pesquisa foi avaliar os efeitos de uma intervenção manipulativa sobre a atividade eletromiográfica dos músculos paraverterbais e a intensidade da dor na coluna lombar imediatamente e 30 minutos após sua realização em indivíduos com dor lombar crônica mecânica. Foram avaliados 38 indivíduos, distribuídos aleatoriamente em dois grupos: o que recebeu a técnica de manipulação vertebral global (n=20) e o controle (n=18), que permanecia em decúbito lateral por dez segundos sobre cada lado do corpo. O sinal eletromiográfico dos paravertebrais ao nível L4-L5 direito e esquerdo foi coletado durante três ciclos do movimento de flexão-relaxamento-extensão do tronco. Nos intervalos entre os ciclos, os participantes relataram a intensidade de dor através da Escala Visual Analógica (EVA 100 mm). Foi observada redução significativa na intensidade da dor no grupo que recebeu a manipulação, ao contrário do grupo controle, em que a pontuação na EVA aumentou. O tamanho do efeito na intensidade da dor foi de 1,0 e 0,9 logo após a manipulação e 30 minutos depois. A razão de flexão/relaxamento (RFR) aumentou no grupo que foi submetido à manipulação, mas permaneceu inalterada no grupo controle. A RFR exibiu tamanhos de 0,6 e 0,5 entre os grupos nas duas avaliações. Foi possível constatar efeitos da manipulação nessas duas variáveis e sua continuidade no intervalo observado, concluindo-se que eles perduram pelo menos durante esse tempo.

Descritores: Dor Lombar; Manipulação da Coluna; Eletromiografia

RESUMEN

En este estudio se evalúan los efectos de intervención manipulativa sobre la actividad electromiográfica de los músculos paravertebrales y la intensidad del dolor lumbar inmediatamente y treinta minutos después de realizada la actividad por sujetos con dolor lumbar crónica mecánica. Participaron 38 sujetos, los cuales fueron divididos al azar en dos grupos: el que había recibido la técnica de manejo vertebral global (n=20) y el grupo control (n=18), lo cual había permanecido en posición lateral por diez segundos sobre cada lado del cuerpo. Se recolectó el signo electromiográfico de los paravertebrales al nivel L4-L5 derecho e izquierdo durante tres ciclos de movimiento de flexión-relajamiento-extensión del tronco. Entre los intervalos de los ciclos, los participantes relataron la intensidad de dolor mediante la Escala Visual Analógica (EVA 100 mm). Los resultados mostraron una significativa disminución en la intensidad de dolor en el grupo que había recibido el manejo, mientras que el grupo control aumentó el puntaje de EVA. El efecto de la intensidad de dolor fue de 1,0 y 0,9 tras el manejo y treinta minutos después. La razón flexión/relajamiento (RFR) aumentó en el grupo al que se sometió al manejo, mientras que había permanecido inalterable en el grupo control. Los valores de los efectos de la RFR entre los grupos fueron de 0,6 y 0,5 en las dos evaluaciones. En estas dos variables se constataron efectos de manejo, que había seguido en el intervalo observado, lo que muestra su permanencia por lo menos durante el periodo.

Palabras clave: Dolor Lumbar; Manipulación Espinal; Electromiografía

Por: Walkyria Vilas Boas FernandesEduardo Silveira Bicalho2 Andrielle Elaine Capote3 Elisangela Ferretti Manffra4 

1Mestre em Tecnologia e Saúde pela Pontifícia Universidade Católica (PUCPR), docente do curso de Medicina da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) − Rondonópolis (MT), Brasil.

2Mestre em Tecnologia e Saúde pela Pontifícia Universidade Católica (PUCPR) − Curitiba (PR), Brasil.

3Mestranda em Fisiologia pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) − Curitiba (PR), Brasil.

4Doutora em Ciências Naturais, docente do curso de pós-graduação de Tecnologia em Saúde da Pontifícia Universidade Católica (PUCPR) − Curitiba (PR), Brasil.

Fonte: http://www.revistas.usp.br/

SEM COMENTÁRIOS

O QUE ACHOU DESTE CONTEÚDO? DEIXE SEU COMENTÁRIO.

*