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FISIOTERAPIA APRESENTA NOVO TRATAMENTO COM GRANDES RESULTADO PARA LABIRINTITE

Andreia começou a sentir os sintomas da doença há dois anos e descobriu por acaso que poderia se livrar do zumbido, quando começou o tratamento com Jéssica.

Foto:Beto Rossatti

Tratamento é relativamente novo no Brasil.

Quem nunca sentiu aquele zumbido no ouvido, náuseas, vômito ou tontura? Estes são sintomas da labirintite, uma doença que muitos acreditam não ter cura, mas que, graças à fisioterapia, pode estar com os dias contados. Novos tratamentos têm alcançado bons resultados, segundo a fisioterapeuta Jéssica Zucco, que se especializou no tratamento dos distúrbios conhecidos como labirintopatias.

A labirintite é uma doença que atinge o labirinto e o equilíbrio corporal. No Brasil, não existem dados estatísticos disponíveis sobre o número de pessoas acometidas, mas estima-se que muita gente viva com o problema.
Bruno D´Ávila, secretário executivo, há 13 anos sofre com um desagradável zumbido na cabeça. “Eu já me acostumei com o zumbido, mas confesso que ainda me incomoda, principalmente no silêncio, por isso sempre durmo com a televisão ligada, para distrair o cérebro e esquecer o zumbido”, brinca Bruno.
A boa notícia é que um tratamento relativamente novo no Brasil foi desenvolvido a partir da fisioterapia. Segundo Jéssica Zucco, os primeiros sintomas da labirintite estão relacionados ao equilíbrio, zumbidos nos ouvidos, cabeça, náuseas e até vômitos nas crises mais agudas. “Muitos pacientes procuram médicos, psiquiatras e oftalmologistas, quando, na verdade, possuem transtornos relacionados ao labirinto, e quando isso ocorre a cura é quase de 100%”, observa a fisiterapeuta.

Mulheres são as mais acometidas
As mulheres são mais acometidas, mas a doença atinge também crianças e homens, em todas as idades. Andreia Cristine Moschen Simionato começou a sentir os sintomas da labirintite há dois anos, e descobriu por acaso que poderia se livrar do zumbido na cabeça através da fisioterapia.
“Eu estava participando de uma aula de pilates e em determinados exercícios ficava tonta, foi quando minha fisioterapeuta disse que existia um tratamento para isso”, revela Andreia.
São mais de 200 tipos de doenças do labirinto e existem mais de duas mil causas possíveis que podem desencadear a enfermidade, mas o bom é que, graças ao avanço da fisioterapia como ciência, as pessoas podem se livrar daquele zumbidinho desagradável no ouvido.
Segundo Jéssica Zucco, na maioria dos casos a cura ocorre com dez sessões de fisioterapia.

Fonte:Jornal de Beltrão

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