MENINO QUE NÃO ANDAVA CAMINHA ATÉ ALTAR EM CASAMENTO DA FISIOTERAPEUTA

0
1424

Até seis meses atrás, Davi usava cadeira de rodas em Orleans, SC.
Noiva que ajudou no processo chamou criança para ser pajem; veja vídeo.

Quando começou a trabalhar com o pequeno Davi, há seis meses, a fisioterapeuta Eduarda Borghesan, de Orleans, no Sul catarinense, não imaginava que aquele menino de cadeira de rodas seria capaz de caminhar até o altar como pajem, no dia de seu casamento com Antonio. Pois foi o que aconteceu no início deste mês.

As imagens do menino de 6 anos dando os próprios passos com o auxílio de um andador durante a cerimônia foram parar na internet e tiveram 200 mil visualizações em apenas uma semana (veja o momento da entrada da criança no vídeo abaixo).

“Eu acho que se resume em uma palavra: realização. De eu ter poder ter conseguido fazer com que ele conseguisse caminhar. Era o que ele queria e o que os pais também queriam”, sintetiza a fisioterapeuta, que se emociona a cada vez que assiste ao vídeo do casamento.

Paralisia cerebral
Davi teve as funções motoras comprometidas por uma paralisia cerebral. Ele começou a frequentar a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) com 1 ano e meio de idade, onde recebia estimulação especial e fisioterapia. Porém, ele só se locomovia com cadeira de rodas.

Eduarda e Antonio se emocionaram com a entrada de
Davi na cerimônia (Foto: Reprodução/RBSTV)

Há seis meses, porém, começou a utilizar um aparelho especial, chamado pedia suit, e o progresso foi rápido. “A gente começou a fazer o protocolo, e ele começou a dar seus primeiros passos.”A gente começou a fazer o protocolo, e ele começou a progredir muito rápido. E pensei: acho que vou botar ele de ‘daminho’ no meu casamento”, conta Eduarda.

Trabalho continua
Passada a emoção do casamento, Eduarda segue trabalhando com seu “pajem”. “Trabalho a questão toda funcional para ele poder sentar sozinho, levantar. Treino para ele poder pegar um objeto”, explica.

A mãe de Davi, Scheila de Souza Marcos, conta que nunca perdeu a esperança: sempre acreditou que o filho caminharia. “A gente não sabe nem o que dizer ao ver ele assim, e tão rápido”.

Fonte: g1.globo.com ( Santa Catarina)

SEM COMENTÁRIOS

O QUE ACHOU DESTE CONTEÚDO? DEIXE SEU COMENTÁRIO.

*