OS BENEFÍCIOS DA FISIOTERAPIA NO TRATAMENTO DA DOENÇA DE PARKINSON

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O presente artigo tem como linha de pesquisa a Doença de Parkinson e como objeto de estudo a eficácia da fisioterapia na Doença de Parkinson.

Tem como título “Os benefícios da fisioterapia no tratamento da Doença de Parkinson”, haja vista, na atualidade vivenciar a fisioterapia atundo em conjunto com a equipe de saúde nos diferentes estágios da doença, com técnicas de fortacelimento muscular para manutenção da mobilidade, exercícios de alongamento, mobilização, movimentação, respeitando os estágios vividos por cada paciente.

O objetivo desse estudo é analisar a eficácia da fisioterapia no tratamento da Doença de Parkinson; identificar as características da doença, bem como, reconhecer as melhores técnicas fisioterapêuticas para estar sendo utilizada na Doença de Parkinson.

A doença de Parkinson é uma doença progressiva com um quadro clínico rico em sintomas que se não tratados, tornam o paciente dependente. O indivíduo portador desta patologia apresenta uma alteração da postura, um déficit progressivo de equilíbrio e coordenação, tremor, rigidez, uma marcha alterada, bradiciesia, e em estados mais avançados pode apresentar déficits de atenção e aprendizagem, entre outro (ZUCCO, 2009).

A história de quem é acometido pela doença de Parkinson consiste num aumento gradual dos tremores, maior lentidão de movimentos, caminharem arrastando os pés, postura inclinada para frente. O tremor afeta os dedos ou as mãos, mas pode também afetar o queixo, a cabeça ou os pés. Pode ocorrer num lado do corpo ou nos dois, e pode ser mais intenso num lado que no outro. O tremor ocorre quando nenhum movimento está sendo executado, e por isso é chamado de tremor de repouso. Por razões que ainda são desconhecidas, o tremor pode variar durante o dia. Torna-se mais intenso quando a pessoa fica nervosa, mas pode desaparecer quando está completamente descontraída. O tremor é mais notado quando a pessoa segura com as mãos um objeto leve como um jornal. Os tremores desaparecem durante o sono (VAREALLA, 2013).

A instabilidade postural e o freezing, sintomas extremamente incapacitantes da Doença de Parkinson (DP), não têm qualquer resposta significativa com o tratamento medicamentoso, encontrando na fisioterapia sua principal intervenção. Além disso, a fisioterapia ajuda da melhora da marcha e da bradicinesia, tornando o paciente mais dinâmico e evitando complicações como quedas (MAIA & FROTA).

Destaca-se como questão problema do estudo: Qual a importância da fisioterapia no tratamento da Doença de Parkinson?

A justificativa do tema deve-se ao fato da necessidade de tomar conhecimento amplo da doença, das técnicas de fisioterapia, como também reconhecer a eficácia das mesmas na Doença de Parkinson.

A hipótese do presente estudo é que se constate que as técnicas de fisioterapia são eficazes no tratamento da Doença de Parkinson.

MATERIAIS E MÉTODOS

Esta pesquisa se caracteriza como descritiva, de abordagem qualitativa, revisão bibliográfica. Os artigos incluídos neste estudo foram selecionados em pesquisas realizadas nas bases de dados SCIELO, BIREME, MEDICINANET, PORTAL BIOCURSOS, REVISTA EUROCIÊNCIAS dentre outros, como também, em livros de autores renomados sobre o tema em questão, no período de setembro a outubro de 2015, com o intuito de recolher informações e conhecimentos acima do que se procura sobre a eficácia da fisioterapia no tratamento da Doença de Parkinson. Foram estabelecidos como critérios para inclusão dos trabalhos:

a) conter os termos supracitados no título ou resumo;

b) abordar “utilização da fisioterapia” , “eficácia” e “Doença de Parkinson”;

c) ter sido publicado nas línguas inglês ou português.

RESULTADOS

Através da estratégia de busca e dos critérios estabelecidos para a revisão foram encontrados 49 artigos, dentre os quais 40 eram nacionais e 9 eram em língua estrangeira. Após a análise 35 foram selecionados para leitura dos seus resumos e 14 foram excluídos por aparecerem mais de uma vez na base de dados. Dentre os artigos selecionados, 10 apresentaram relevância quanto ao assunto a eficácia da fisioterapia no tratamento da Doença de Parkinson. Em relação à referência cruzada de fisioterapia, Doença de Parkinson, embora fossem encontradas mais de 40 referências diretas ou indiretas, sem distinção de data de publicação, 35 apresentaram potencial relevância, e 30 apresentaram utilidade para a construção deste trabalho.

No total, 21 artigos se mostraram úteis, sendo utilizados 17 nacionais e 4 em língua inglesa. Este número elevado de artigos nacionais reflete o fato de que a fisioterapia respiratória em UTI neonatal vem sendo mais utilizada no Brasil nos últimos tempos para ajudar no tratamento da pneumonia, haja vista, a grande ocorrência dessa enfermidade em neonatos.

Para a construção do artigo foram utilizadas ao todo 25 referências, pois 4 livros de autores renomados no tema em questão, também foram usados.

DISCUSSÃO

Considerações sobre a Doença de Parkinson

A doença de Parkinson é uma doença neurológica crônica degenerativa e progressiva, caracterizada principalmente pelo distúrbio motor de uma maneira mais ampla, entretanto, apresenta alguns sinais considerados importantes para o diagnóstico: são estes: lentificação, o tremor de repouso, a rigidez muscular e a instabilidade postural. Além desses sinais, muitas vezes o paciente evolui com outras complicações motoras e pulmonares, tais como: queixam-se de dor, principalmente na coluna, alterações posturais, fraqueza muscular, diminuição da mobilidade global, alteração de marcha, alto risco de queda, além de complicações respiratórias, entre outras (FERREIRA, 2015).

A doença de Parkinson (DP) também pode ser classificada como um distúrbio do movimento, associados com movimentos involuntários ou anormalidade do tônus muscular, da postura ou ambos. Um distúrbio encontrado na população idoso, representando até 2/3 dos pacientes que visitam os grandes centros de distúrbio do movimento (MENESES e TEIVE, 2003).

A doença de Parkinson é uma doença neurodegenerativa, ou seja, acomete células nervosas e provoca sua morte. Mais especificamente, acomete células da substância negra, que fazem parte do sistema dopaminérgico dos núcleos da base, sistema que transmite sinais que controlam os movimentos do corpo (PEREIRA et al., 2000).

A Importância da Fisioterapia na Doença de Parkinson e as técnicas fisiterapêuticas mais utilizadas

A atuação da fisioterapia não deve se restringir à ativação da função motriz do sujeito. Mesmo na doença de Parkinson (DP), doença eminentemente motora, a estimulação cognitiva deve ser potencializada. A ativação das estruturas neurais hierárquicas e paralelas é importante, tendo em vista que promove a ação de sinapse nervosa de vias aferentes, eferentes e associativas (CHRISTOFOLETTI, et al., 2010).

A fisioterapia é empregada como tratamento adjunto aos medicamentos ou a cirurgia utilizada na doença de Parkinson (DP). Mesmo assim ainda existem dúvidas acerca deste tratamento coadjuvante. Seu valor subestimado talvez se deva à comparação com o tratamento medicamentoso. A reabilitação deve compreender exercícios motores, treinamento de marcha (sem e com estímulos externos), treinamento das atividades diárias, terapia de relaxamento e exercícios respiratórios. Outra meta é educar o paciente e a família sobre os benefícios da terapia por exercícios. Devem ser avaliados os sintomas neurológicos, a habilidade para andar, a atividade da vida diária (AVD), a qualidade de vida (QV) e a integração psíquica (SANTOS, et al., 2010, apudv NIEUWBOER, 2007, KWAKKEL, 2007).

Na doença de Parkinson, a fisioterapia busca diminuir a disfunção física e permitir ao indivíduo realizar atividades de seu dia a dia com a maior eficiência e independência possível. Para isso, o alongamento em pacientes com doença de Parkinson é necessário para a melhora da amplitude de movimento (HALL, 2005).

A fisioterapia para mal de Parkinson tem um papel importante no tratamento do indivíduo portador desta doença, pois irá proporcionar uma melhora no seu estado físico geral, tendo como objetivo principal a restauração ou manutenção da função, incentivo à realização das atividades de vida diária de forma independente, dando assim mais qualidade de vida (VALVERDE, 2015).

O tratamento da DP é baseado no uso de terapia medicamentosa que influencia marcadamente a desempenho motor, contudo o tratamento com drogas não pode abolir todos os sintomas, e fisioterapia é então recomendada. Dependendo da concentração sérica do medicamento, o paciente terá um período “on” (com efeito máximo da droga) e um período “off” (com o mínimo efeito da droga). Pacientes no período “on” estão mais capacitados a realizarem exercícios físicos, portanto o uso da medicação deve ser ajustado ao inicio de uma atividade de maior esforço (VARA, et al., 2012 apudREUTER, 2002).

Portadores da Doença de Parkinson mostram padrões de desequilíbrio musulares, os quais promovem a distorção do alinhamento, benefiaciando uma sobrecarga indevida nas articulações, ligamentos e músculos, levando o paciente, quando na posição bípede, a adotar uma flexão de todas as articulações, levando a uma posição símea. O manuseio realizado por meio de alongamentos são técnicas excelentes na melhora da mobilidade da coluna e tecidos, mantendo postura ereta, equilíbrio e manutenção da independência funcional (HAASE, et al., 2008).

A fisioterapia tem um papel importante na manutenção física dos pacientes com a DP colaborando na melhora dos aspectos motores, psíquicos e melhorando a sua qualidade de vida tendo uma maior independência para realizar suas atividades evitando o aparecimento de posturas inadequadas e deformidades que contribuem para o agravamento dos sintomas (SILVA, eta al., 2006).

Como a Doença de Parkinson é progressiva, as intervenções de exercícios não devem ser em curto prazo, mas se tornar parte do estilo de vida diário. Muitos clínicos e pesquisadores acreditam que a fisioterapia deve começar tão cedo quanto o estabelecimento do diagnóstico, para prevenir a atrofia muscular, a fraqueza e a capacidade de exercício reduzida (MORRIS, 2000).

No Parkinson a principal preocupação é com a rigidez devido a ter perda de amplitude de movimento e a locomoção devido à falta de equilíbrio. Para isso, a fisioterapia tem utilizado programas de reabilitação e treinamentos para ajudar principalmente na capacidade física do paciente, no ganho de amplitude de movimento, equilíbrio, postura, autoestima, bem-estar, qualidade de vida. Porém, nos estudos encontrados a maioria fala-se de tratamento multidisciplinar, o que não tem acontecido. E os efeitos da fisioterapia vêm sendo comprovados quando estão associados ao tratamento medicamentoso. E isso depende muito da progressão e do estágio em que se encontra a doença (SILVA & MEJIA, 2014).

A fisioterapia desponta como uma ferramenta de fundamental importância para os pacientes com Doença de Parkinson, devendo ser aplicada desde os primeiros momentos de instalação desta patologia; devendo atuar diretamente nos sinais e sintomas da doença (FILHO & MEJIA, 2014).

Medidas auxiliares são muito importantes no tratamento da Doença de Parkinson. Dentre essas medidas auxiliares, estão a educação do paciente e dos familiares, a terapia farmacológica, a de nutrição e a fisioterapia, que tem papel primordial no tratamento desta patologia, reabilitando o paciente no aspecto funcional e introduzindo-o novamente na sociedade (SANT, et al., 2007).

A fisioterapia voltada a DP tem o objetivo de minimizar os problemas motores, ajudando o paciente a manter a independência para realizar as atividades de vida diária e melhorando a sua qualidade de vida com o exercício, o aumento da mobilidade pode de fato modificar a progressão da doença e impedir contratura, além de ajudar a retardar a demência (CAMILO, 2015).

Os exercícios fisioterapêuticos são fundamentais para atenuar os principais sintomas e distúrbios da DP, especialmente quando direcionados para as especificidades e necessidades funcionais pertinentes a cada paciente, devendo estar associados ao tratamento medicamentoso. Os fisioterapeutas devem estar atentos a programas terapêuticos adequados para o individuo com DP a cada momento, com intuito de prevenir as incapacidades motoras e favorecer a funcionalidade e as atividades de vida diária, já que, como é sabido, o indivíduo envelhece, as comorbidades surgem e a doença progride independente da terapêutica instituída. Desta forma, as avaliações funcionais constantes e reavaliações terapêuticas se fazem necessárias (GONÇALVES, et al., 2011).

Evidências científicas comprovam que exercícios físicos e Fisioterapia podem melhorar a qualidade de vida de pessoas portadoras da doença de Parkinson, diminuindo escores das escalas UPDRS, melhorando o equilíbrio, mobilidade, aumentando a resistência muscular, proporcionando melhor qualidade de vida, além de aumentar proteção cardiovascular, promove a neurogenese e fatores de proteção e crescimento do cerebro BDNF e GDNF, diminuindo o tremor e bradicinesia, diminui risco de quedas entre outros comprometimentos motores, melhorando a autoconfiança e qualidade de vida no questionário PDQ-39 (FILHO & MEJIA, 2014).

Segundo a Associação Brasil Parkinson (2007), a fisioterapia visa a uma reeducação e manutenção da atividade física, permitindo que o tratamento tenha uma melhor eficácia e, ainda, uma melhora psicológica do paciente portador de DP (STEIDL, et al., 2007).

Um programa de fisioterapia personalizada para o paciente pode ajudar nos problemas posturais, nas deformidades e distúrbios da marcha. Incluem-se no programa exercícios passivos e ativos, treinamento da caminhada, desenvolvimento de atividades diárias, calor, gelo, estimulação elétrica e hidroterapia (CRAM, 2002).

Para melhorias na atividade motora e marcha junto ao paciente com DP deve-se o fisioterapeuta, optar por treino de marcha na passadeira para alongar o comprimento do passo e caso, não seja suficiente, progredir na mesma com peso suportado para maior eficácia. Em relação à IP e ao equilíbrio deve-se realizar treino de mesmo, adjuvado de exercícios de fortalecimento dos MI e, se possível, realizar o também em meio aquático e com vibração para aumento do controlo postural e diminuição da IP. As PS levam a melhorias mais rápidas já que facilitam os indivíduos na iniciação e durante o movimento. Em relação à QDV e outras variáveis psicológicas, qualquer tipo de atividade física em grupo melhora os sintomas depressivos e aumenta o humor (SANTOS, 2013).

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Com base na literatura consultada, resultados apontam que a utilização da fisioterapia na Doença de Parkinson é eficaz como tratamento adjunto aos medicamentos, porém, as atividades fisioterapêuticas devem ser direcionadas para as especificidades e necessidades funcionais pertinentes a cada paciente.

A fisioterapia melhora os aspectos motores, psíquicos e consequentemente a qualidade de vida, colaborando para maior independência em realizar atividades, evitando o aparecimento de posturas inadequadas e deformidades que contribuem para o agravamento dos sintomas.

A fisioterapia atenua o tremor, o tônus muscular aumentado, e a rigidez muscular. O alongamento é bastante recomendado e as avaliações funcionais e reavaliações terapêuticas devem ser feitas com frequência.

Recomenda-se exercícios motores, treinamento de marcha (sem e com estímulos externos), treinamento das atividades diárias, terapia de relaxamento e exercícios respiratórios, alongamentos. A fisioterapia deve ser iniciada desde os primeiros momentos de instalação da patologia.

REFERÊNCIAS

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2. CAMILO, Brunna Larice Alves. Os benefícios da fisioterapia em paciente com doença de Parkinson/2015.
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6. GONÇALVES, Giovanna Barros; LEITE, Marco Antônio Araujo; PEREIRA, João Santos. Influência das distintas modalidades de reabilitação sobre as disfunções motoras decorrentes da Doença de Parkinson/2011.
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8. HAASE, Deisy Cristina Bem Venutti; MACHADO, Daniele Cruz; OLIVEIRA, Janaisa Gomes Dias de. Atuação da fisioterapia no paciente com doença de Parkinson/2008.
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Disponível:http://www.wgate.com.br/conteudo/medicinaesaude/fisioterapia/neuro/parkinson_fabiola.htm
Acessado:06/10/2015

Fonte: //interfisio.com.br

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