ULTRA-SOM TERAPÊUTICO NO MECANISMO DE CICATRIZAÇÃO: UMA REVISÃO

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Therapeutic ultrasound mechanisms involved in wound healing: a revision

Resumo

As aplicações terapêuticas do Ultra-som no campo da Fisioterapia produzem uma gama de efeitos biológicos que dependem exclusivamente dos parâmetros utilizados no aparelho de Ultra-som. Quando utilizamos o Ultrasom na forma mecânica podemos observar efeitos celulares presentes sem a transmissão de calor, com a utiliza- ção do Ultra-som na forma de ondas contínuas temos o predomínio da atuação do calor na condição terapêutica. O presente trabalho tem como finalidade elucidar e desmistificar a utilização do Ultra-som na Fisioterapia, pois na prática clínica vários estudos têm demonstrado que os mecanismos de utilização do Ultra-som terapêutico ainda são por vezes não compreendidos pela sociedade e até mesmo por profissionais da área da saúde, mesmo que sua descoberta tenha acontecido em meados de 1880, e em 1927 já era identificado como um campo gerador de mudanças permanentes nos sistemas biológicos.

Descritores: 1.Ultra- som terapêutico, 2.Cicatrização, 3.Lesão tecidual.

Abstract

The applications of Ultrasound Therapeutic in the Physiotherapy area produce a range of biological effects that depend exclusively of the parameters used in the Ultrasound machine. When we use the Ultrasound mechanical can see effects in the cell present without the transmission of heat, with the use of Ultrasound in the form of waves continued we have the dominance of the action of heat on condition therapy. This paper aims to clarify and demystify the use of Ultrasound in Physiotherapy, because in clinical practice several studies have shown that the mechanisms of use of therapeutic Ultrasound still are sometimes not understood by society and even by the professionals area of health, even though his discovery has happened in mid-1880, and in 1927 was already identified as a field generator of permanent changes in biological systems.

Keywords: 1.Ultrasound therapeutic, 2.Healing, 3.Tissue injury.

Por: Tiago Petrucci de Freitas1 , Luciana Sperb de Freitas2 ,Emilio Luiz Streck3

1. Doutor do Programa de Pós- Graduação em Ciências da Saúde da UNESC. Centro de Estudos em Fisioterapia Experimental-CNPQ. Laboratório de Fisiopatologia Experimental –CNPQ.

2. Doutora do Programa de Pós- Graduação em Ciências da Saúde da UNESC. Centro de Estudos em Fisioterapia Experimental-CNPQ. Laboratório de Síntese de Complexos Multifuncionais-CNPQ.

3. Centro de Estudos em Fisioterapia Experimental-CNPQ. Laboratório de Fisiopatologia Experimental –CNPQ. Doutor em Bioquímica e Professor do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde da UNESC.

Fonte: Revista ACM – Arquivos Catarinenses de Medicina Vol. 40, no . 1, de 2011

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